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	<title>Pare a Dor</title>
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		<title>Caminhada &#8216;Pare a Dor&#8217; acontece em Natal</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 16:35:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ação tem como objetivo fazer com que as pessoas que sofrem com a dor crônica pratiquem atividades físicas e se socializem Acontece no próximo dia 28...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ação tem como objetivo fazer com que as pessoas que sofrem com a dor crônica pratiquem atividades físicas e se socializem<br />
Acontece no próximo dia 28 de abril, em Natal, mais uma Caminhada Pare a Dor, ação da campanha &#8220;A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor&#8221;, promovida pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), com apoio da Zodiac. </p>
<p>O evento será aberto ao público em geral, no Bosque dos Namorados &#8211; Parque das Dunas, às 15h. Para participar, basta chegar ao local, na entrada principal do parque, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes, identificados com as camisetas da Campanha. O percurso tem aproximadamente quatro quilômetros e acompanhamento de profissionais da área, como personal trainer e fisioterapeuta. </p>
<p>A Caminhada Pare a Dor teve início em parques públicos de São Paulo, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para as formas de se lidar com a dor e os tratamentos corretos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial sofrem com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas.</p>
<p>A coordenadora do projeto, Dra. Fabíola Peixoto Minson (diretora da SBED e membro do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos do HIAE, do Hospital Israelita Albert Einstein/SP), explica que &#8216;o tratamento da dor crônica é feito de maneira multidisciplinar e, além dos médicos, pode envolver fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos e até nutricionistas, dependendo do caso. Analgésicos, relaxantes musculares, massagens, exercícios aeróbicos e alongamento estão entre os recursos utilizados para aliviar o desconforto do s pacientes&#8217;.</p>
<p>O que é a dor<br />
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor se caracteriza como experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tal dano. A dor sempre é subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências. </p>
<p>A dor é um sintoma e uma das causas mais frequentes da procura por auxílio médico. Para conhecer o impacto da dor no estado do paciente, criaram-se formas de mensurá-la, com medidas das mais simples às mais complexas. As mais simples consistem em fazer a avaliação por meio de uma escala numérica de 0 a 10 o grau da dor. </p>
<p>Serviço:</p>
<p>Em Natal, para falar mais sobre Dor Crônica, disponibilizamos o médico Dr. Levi Higino Jales Junior, especialista no assunto para entrevista. </p>
<p>Caminhada Pare a Dor<br />
Data: 28 de abril, sábado, às 15 horas<br />
Local: Entrada principal do Bosque dos Namorados &#8211; Parque das Dunas &#8211; Av. Alm Alexandrino Alencar S/N.</p>
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		<title>Mitos em dores na coluna</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 16:08:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cruzar as pernas prejudica a coluna? Fumantes sofrem mais de dores nas costas? Praticar natação melhora a escoliose? Composta por ossos que são chamados vértebras, a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cruzar as pernas prejudica a coluna? Fumantes sofrem mais de dores nas costas? Praticar natação melhora a escoliose?<br />
Composta por ossos que são chamados vértebras, a coluna vertebral é considerada uma das mais importantes regiões do corpo humano. Muito flexível, essa parte de nosso corpo é responsável pela sustentação da cabeça, fixação das costelas e os músculos do dorso, além de suas curvaturas serem responsáveis pela força e equilíbrio corporal.</p>
<p>A coluna vertebral (ráquis) é constituída pela superposição de uma série de ossos isolados denominados vértebras. Superiormente, se articula com o osso occipital (crânio); inferiormente, articula-se com o osso do quadril (Ilíaco). A coluna vertebral é dividida em quatro regiões: cervical, torácica, lombar e sacro-coccígea. São 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e cerca de 4 coccígeas. O sacro e o cóccix não se movimentam e as vértebras restantes (cervicais, lombares e torácicas) são móveis.</p>
<p>Problemas como escoliose, artrose, hérnia de disco, entre outros, afetam grande parte da população. Assim, muitos mitos são criados quando o assunto é coluna vertebral.</p>
<p>O médico neurocirurgião especialista em cirurgia da coluna vertebral Pedro Augusto Teixeira revela alguns mitos e verdades sobre o tema:</p>
<p>1º) Praticar natação ajuda a corrigir escoliose?</p>
<p>Mito. A natação, por ser uma atividade simétrica, não pode colaborar na correção da curva escoliótica. Esse exercício, além de trabalhar o fortalecimento muscular, promove o alongamento de forma equilibrada utilizando os dois lados com a mesma intensidade. Ao contrário do tratamento, que muitas vezes visa corrigir a escoliose com distribuições diferentes em cada lado da coluna, para equilibrar a cadeia cinética posterior. Além disso, algumas modalidades da natação, como borboleta e nado peito, podem prejudicar a coluna, gerando sobrecarga excessiva sobre a região.</p>
<p>2º) Cruzar as pernas pode prejudicar a coluna?</p>
<p>Verdade. Claro que o hábito de cruzar as pernas, para as mulheres, é uma posição confortável, além de elegante, porém, é preciso ficar atento para não abusar desse hábito e prejudicar a saúde. Ao cruzar as pernas, a coluna vertebral se desvia para a esquerda ou para a direita, devido o desequilíbrio da região pélvica. Outro problema que pode ser ocasionado por esse costume, além de prejudicar o fluxo sanguíneo, é a escoliose (desvio da coluna vertebral no plano frontal).</p>
<p>3º) Dormir no chão – ou num colchão duro – é bom para as costas?</p>
<p>Mito. A rigidez poderá agravar ainda mais a contratura muscular. Durante uma provável crise de dor nas costas, a pessoa deve repousar em seu próprio colchão, podendo deitar-se de lado, com um travesseiro entre as pernas.</p>
<p>4º) Cirurgia é a única saída para acabar com a hérnia de disco?</p>
<p>Mito. Hérnias de disco representam uma causa comum de dor nas costas. Mas não é a única. Ao identificar uma hérnia de disco, o médico, ortopedista ou neurocirurgião, deve estar atento para outros problemas na coluna que podem acompanhar essa condição. Dessa forma, pesa na decisão do médico a associação com outras alterações e como elas se traduzem clinicamente. Além disso, a decisão deve ser baseada mais no prejuízo que a doença traz para o paciente em termos de perda de horas de trabalho e lazer, limitações físicas para as atividades do dia a dia e perda na qualidade de vida e menos no resultado dos exames de imagem. Diversos tratamentos podem aliviar o problema, entretanto, é sempre recomendável procurar um especialista antes de tomar qualquer decisão.</p>
<p>5º) Todos que sofrem de dor nas costas devem realizar uma ressonância magnética?</p>
<p>Mito. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% das pessoas sofrem ou sofrerão de dor nas costas pelo menos uma vez na vida. Entretanto, o primeiro passo para combater esse mal é procurar um especialista e descobrir as causas para solucionar de vez esse problema.</p>
<p>6º) Estalar o pescoço com o movimento da cabeça faz mal à coluna?</p>
<p>Verdade. Apesar de esse hábito propiciar alívio para alguns nunca se deve fazer isso. Estalar a coluna e o pescoço prejudica – e muito – suas articulações, além de causar, em alguns casos, dores de cabeça, zumbidos e vertigens.</p>
<p>7º) Fumantes têm mais dores nas costas do que não fumantes?</p>
<p>Verdade. O cigarro, não faz bem a nenhuma parte do corpo humano, e em relação às costas, não poderia ser diferente. Os fumantes inalam mais substâncias tóxicas, sendo assim, prejudicam a circulação sanguínea no disco intervertebral, que pode causar mais dores na região.</p>
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		<title>Dor intensa no rosto nem sempre é problema dentário</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 16:07:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Problema neurológico conhecido como neuralgia do trigêmeo provoca crises de dor lancinante. Saiba como tratá-lo Alduíza Pereira Gomes não conseguia comer direito, nem gostava mais de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problema neurológico conhecido como neuralgia do trigêmeo provoca crises de dor lancinante. Saiba como tratá-lo</p>
<p>Alduíza Pereira Gomes não conseguia comer direito, nem gostava mais de conversar. Fugia dos beijos da filha e da mão carinhosa do marido, tinha medo de pentear os cabelos, de se maquiar, de escovar os dentes e pânico de sair à rua.</p>
<p>O que transformou a figura constante e alegre das festas de família, na mulher que já não saia de casa nem para buscar os dois filhos na escola foi a dor.</p>
<p>“O rosto repuxava e eu sentia uma dor muito forte, lancinante. Não conseguia nem raciocinar. As crises foram ficando cada vez mais constantes. Pensei em me matar várias vezes e só não fiz isso por causa dos meus filhos”, relata Alduíza, diagnosticada há 4 anos com neuralgia do trigêmeo, condição descrita pela medicina como uma das dores mais graves e insuportáveis.</p>
<p>As crises desse distúrbio nervoso são caracterizadas por dores intensas, semelhantes a um choque, com curta duração e apenas em um lado do rosto.</p>
<p>“A pessoa pode ter o sintoma uma vez ao dia ou 20 vezes seguidas, o que dá a sensação de continuidade. A dor é rápida, sem aviso prévio e pode ser acionada com um simples toque nas zonas de gatilho”, explica o neurocirurgião Claudio Fernandes Corrêa, do hospital Nove de Julho, em São Paulo. Regiões do rosto como as bochechas, lábios ou língua são as mais comuns.</p>
<p>Não é raro que a nevralgia do trigêmeo, como também é chamada, seja confundida com dor de dente, o que leva a grande maioria dos pacientes primeiramente à cadeira do dentista. Alduíza, por exemplo, teve cinco dentes arrancados antes de finalmente procurar um médico.</p>
<p>“Como as pessoas apresentam dor na parte alta da face, é comum procurarem dentistas. Esse profissional precisa conhecer a doença e saber diferenciá-la, o que nem sempre acontece”, avalia Jayme Maciel, professor de neurologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Na maioria dos casos, não há causa conhecida e os exames neurológicos têm resultados normais, diz Corrêa. O quadro é mais comum em mulheres, na proporção de 2 para 1, e em portadores de esclerose múltipla.</p>
<p>“Apenas em 5% dos pacientes são encontrados tumores ou má formação de vasos”, avalia.</p>
<p>Alívio</p>
<p>O tratamento inicial é medicamentoso, geralmente são prescritos anticonvulsivantes como a cardiomazepina e a oxicarbazepina, que controlam a dor e podem ser mantidos por tempo indeterminado. No entanto, na maioria dos casos, a doença evolui e o número de crises aumenta.</p>
<p>“Com o passar do tempo o paciente passa a ter dores mais vezes por dia e vai aumentando a dose diária de medicação. Às vezes os efeitos colaterais do remédio tornam o uso inviável”, afirma Claudio Corrêa.</p>
<p>O medicamento traz alívio, mas apenas durante seu tempo de ação. “Eu passei a tomar de quatro em quatro horas para evitar sentir dor constantemente. Tomava à meia-noite para poder dormir e acordava às 4h chorando. De manhã, tomava de novo. Estava usando 8 comprimidos por dia”, conta Alduíza.</p>
<p>De tanto usar remédios, eles pararam de fazer efeito. Com isso, controlar a sensação ficou mais difícil. Ainda mais reclusa, e sem saber como se livrar da dor, a ideia de tirar a própria vida passou a atormentá-la. Para o neurologista Jayme Maciel, o desespero deve ser um alerta para os médicos.</p>
<p>“Os pacientes precisam ser bem tratados e bem conduzidos, já que a doença afeta significativamente a qualidade de vida, aumentando o índice de suicídio”, opina.</p>
<p>Em casos mais graves, são indicadas medidas cirúrgicas. Existem cinco tipos clássicos de operação e o médico deve avaliar qual se encaixa melhor para cada caso. Para Corrêa, a técnica mais eficiente hoje é a cirurgia de compressão com balão do gânglio de Gasser. A intervenção é realizada ambulatorialmente: é feita uma punção nos rosto do paciente, uma agulha com o balão é introduzida na região e esse balão é inflado durante 50 segundos, pressionando e neutralizando a área de gatilho mais comum. O procedimento leva no máximo 10 minutos.</p>
<p>“Nessa técnica 98% dos pacientes já sentem o alívio logo após a cirurgia. Em 70% deles, o efeito dura para toda a vida. Para os demais, a técnica pode ser repetida quantas vezes for necessário”, afirma.</p>
<p>A dona de casa Alduíza Gomes passou por esse procedimento há um mês e se sente renovada. “Nunca pensei que alguém pudesse sofrer tanto como eu sofri. Assim que acordei da cirurgia, passei a mão no rosto, o que há tempos não fazia. Depois, quis sentir o carinho dos meus filhos. Foi como nascer de novo”, relata.</p>
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		<title>Dor crônica</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 15:52:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas sofrem com a dor crônica. Esse problema compromete atividades do dia-a-dia dos brasileiros causando, muitas vezes, insônia, diminuição...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas sofrem com a dor crônica. Esse problema compromete atividades do dia-a-dia dos brasileiros causando, muitas vezes, insônia, diminuição do desejo sexual e alteração do apetite.</p>
<p>Pensando nesse problema que afeta tanto a vida dos brasileiros, a produção do programa “Bom Dia Gazeta” entrevistou a Dra. Fabiola Peixoto, diretora da <em>SBED</em> (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor) e coordenadora da caminhada “Pare a Dor”.</p>
<p><a href="http://pareador.com.br/index.php/dor-cronica/attachment/1330014182/" rel="attachment wp-att-83">Podcast &#8211; Dra. Fabiola Peixoto</a></p>
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		<title>Sete dores que não devem ser menosprezadas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 15:40:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano.</p>
<div id="pagination_0">
<p>Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. &#8220;Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem&#8221;, conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, &#8220;a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo&#8221;. A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. &#8220;Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual&#8221;, aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do <a href="http://www.hospitalsantacruz.com.br/" target="_blank">Hospital Santa Cruz</a>, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar.</p>
<p><strong>Dor de cabeça </strong><br />
Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. &#8220;Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária&#8221;, avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do <a href="http://www.hcanc.org.br/" target="_blank">Hospital A.C. Camargo</a>, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à <a href="http://saude.abril.com.br/testes/teste_hipertensao.shtml" target="_blank">hipertensão</a>.</p>
<p><strong>Dor de garganta </strong><br />
Costuma ser causada pela <a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0287/familia/conteudo_242026.shtml" target="_blank">amigdalite</a> de origem bacteriana ou viral. &#8220;Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia&#8221;, alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do <a href="http://www.beneficencia.com.br/" target="_blank">Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André</a>, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções.</p>
<p><strong>Dor no peito </strong><br />
&#8220;Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços&#8221;, descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um <a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0282/medicina/conteudo_212258.shtml" target="_blank">entupimento</a> das artérias. &#8220;A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico&#8221;, explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.</p>
<div><strong>Dor nas pernas </strong><br />
Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. &#8220;A causa pode ser outra&#8221;, avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do <a href="http://www.hcnet.usp.br/" target="_blank">Hospital das Clínicas</a>, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. &#8220;Em outros indivíduos a dor vem das pisadas&#8221;, explica Lin. &#8220;É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados.&#8221; Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. &#8220;Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos&#8221;, diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do <a href="http://www.dor.org.br/centrosdedor.asp" target="_blank">Centro de Funcionalidade da Dor</a>, em São Paulo.<br />
<strong><br />
Dor abdominal </strong><br />
Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. &#8220;Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado&#8221;, diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma <a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0298/corpo/conteudo_278746.shtml" target="_blank">endometriose</a>, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. &#8220;Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença&#8221;, calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do <a href="http://www.einstein.br/Paginas/Principal.aspx" target="_blank">Hospital Israelita Albert Einstein</a>, em São Paulo.</p>
<p><strong>Dor nas costas </strong><br />
A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. &#8220;É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo&#8221;, diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do <a href="http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/" target="_blank">Hospital Sírio-Libanês</a>, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. &#8220;No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva&#8221;, ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico.<br />
<strong><br />
Dor no corpo </strong><br />
Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A <a href="http://saude.abril.com.br/especiais/depressao/depressao.shtml" target="_blank">depressão</a>, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. &#8220;O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica&#8221;, diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do <a href="http://cepps.com.br/" target="_blank">Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde</a>, em São Paulo. &#8220;Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional&#8221;, opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.</div>
</div>
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		<title>Caminhada &#8220;Pare a Dor&#8221;</title>
		<link>http://pareador.com.br/index.php/caminhada-pare-a-dor-17-02-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ação possibilita a troca de experiências e instrui sobre as formas de tratamento da dor crônica. Confira as datas programadas para o mês de março. A...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ação possibilita a troca de experiências e instrui sobre as formas de tratamento da dor crônica. Confira as datas programadas para o mês de março.</p>
<p>A Caminhada Pare a Dor, ação da campanha “A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor”, promovida pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), estende a agenda da caminhada até dezembro. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Para participar, basta chegar ao local, no Portão 7, na Avenida república do Líbano, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes. A caminhada tem aproximadamente cinco quilômetros, seguida de alongamento e é acompanhada por um personal trainer e uma fisioterapeuta. </p>
<p>A Caminhada Pare a Dor é coordenada pela Dra Fabíola Peixoto Minson, (diretora da SBED e membro do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos do HIAE, do Hospital Israelita Albert Einstein/SP), e conta com auxilio de equipe multidisciplinar. </p>
<p>Segundo a Dra Fabiola Minson, “eventos para o público em geral tendem a aproximar as pessoas de profissionais da área de Tratamento da Dor. Os principais objetivos destas iniciativas são desmitificar conceitos errôneos de que a automedicação não é prejudicial e ao mesmo tempo favorecer a prescrição correta e individualizada dos analgésicos”, conclui. </p>
<p>Parque do Ibirapuera, sempre às 8h30</p>
<p>Local: Concentração no Portão 7 &#8211; Acesso pela av. República do Líbano</p>
<p>Agenda de fevereiro:      </p>
<p>Dia 23 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Dia 25 &#8211; Sábado</p>
<p>Agenda de março:</p>
<p>Dia 01 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Dia 03 &#8211; Sábado</p>
<p>Dia 08 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Dia 10 &#8211; Sábado </p>
<p>Dia 15 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Dia 17 &#8211; Sábado</p>
<p>Dia 22 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Dia 24 &#8211; Sábado</p>
<p>Dia 29 &#8211; Sábado</p>
<p>Dia 31 &#8211; Sábado</p>
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		<title>Caminhada &#8220;Pare a dor&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Brasil, cerca de 60 milhões sofren com dor crônica. A grande maioria, mulheres. Conheça alguns dados importantes sobre esse problema: - Dados da Organização Mindial...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, cerca de 60 milhões sofren com dor crônica. A grande maioria, mulheres. Conheça alguns dados importantes sobre esse problema:</p>
<p>- Dados da Organização Mindial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundia sofre com dor crônica;<br />
- Desse total, cerca de 50% já apresentaram algum tipo de comprometimento de suas atividades rotineiras, o que afeta consideravelmente a qualidade de vida desses indivíduos;<br />
- A dor crônica é definida como a dor que persiste ou recorre por mais de 3 meses ou a dor associada a lesão tecidual que se espera continuar ou evoluir;<br />
- Os pacientes com dor crônica , o sistema nercoso simpático ajusta-se à condição dolorosa, com redução da hiperatividade;<br />
- Alterações psicológicas e de outras origens frequentemente se desenvolvem, incluindo aumento da irritabilidade, depressão mental, preocupação com o corpor e afastamento dos interesses externos;<br />
- os pacientes que sofrem de dor crônica podem querer afastar-se das pessoas mais próximas e apresentar incapacidade ocupacional. Também sofre de insônia, diminuição de desejo sexual e alteração do apetite;<br />
- Influência negativa na auto-estima e pode afetar a capacidade de uma pessoa realizar tarefas associadas à vida diária;<br />
- A dor normalmente faz com que as pessoas se isolem e fiquem imóveis com receio de aumentar mais ainda o sofrimento, no entanto, estudos mostram o benefício da prática de atividade física no organismo das pessoas, com resultados muito positivos;<br />
- Para discutir esse tema e conscientizar a população de que é possível viver sem dor, a SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor) promove a &#8216;Caminhada Pare a dor&#8217;, todas as semanas em São Paulo. O objetivo é fazer com que as pessoas que sofrem com a dor crônica pratiquem atividades físicas, proporcionando a melhora da respiração, força, flexibilidade, conscientização da postura adequada, além de auxiliar na reintegração prodissional e social;<br />
- Entre os participantes da &#8216;Caminhada Pare a Dor&#8217;, 69% é do sexo feminino, com idade entre 44 e 64 anos. A dor de maior incidência nessa população é a lombar, com durabilidade de mais de seis anos e de intensidade moderada.</p>
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		<title>Como aliviar a Dor</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ninguém precisa conviver com a dor . Mas, no Brasil, cerca de 60 milhões sofrem com esse problema. A grande maioria, mulheres Dados da Organização Mundial...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém precisa conviver com a dor . Mas, no Brasil, cerca de 60 milhões sofrem com esse problema. A grande maioria, mulheres Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial sofre com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas. Desse total, cerca de 50% já apresentam algum tipo de comprometimento de suas atividades rotineiras, o que afeta consideravelmente a qualidade de vida desses indivíduos.  Para discutir esse tema e conscientizar a população de que é possível viver sem dor , a SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor) promove a &#8216;Caminhada Pare a dor &#8220;, todas as semanas em São Paulo.  O projeto, encabeçado pela SBED e com apoio da Zodiac, tem como objetivo fazer com que as pessoas que sofrem com a dor crônica pratiquem atividades físicas,  proporcionando a melhora da respiração, força, flexibilidade, conscientização da postura adequada, além de auxiliar na reintegração profissional e social. Entre os participantes da &#8216;Caminhada Pare a Dor&#8217; que acontece todas as quintas e sábados no Parque do Ibirapuera, 69% é do sexo feminino, com idade entre 44 a 64 anos. A dor de maior incidência nessa população é a lombar, com durabilidade de mais de seis anos e de intensidade moderada.  &#8216;A dor normalmente faz com que as pessoas se isolem e fiquem imóveis com receio de aumentar mais ainda o sofrimento, no entanto, estudos mostram o benefício da prática de atividade física no organismo das pessoas, com resultados muito positivos&#8217;, declara Dra. Fabiola Minson, diretora da SBED e coordena dor a da Caminhada Pare a Dor.   Dessa forma, as Caminhadas sensibilizam as pessoas que sentem dor , as encorajando a praticar alguma atividade física, estimulando assim a liberação de substâncias no organismos que podem proporcionar prazer e satisfação, minimizando a sua dor e sofrimento. &#8220;A realização de uma atividade física regular libera beta en dor finas, promove bem estar e melhora as dor es crônicas&#8221;, completa Dra Fabiola. A Caminhada Pare a Dor acontece todas as quintas e sábados, no Parque do Ibirapuera, zona sul da capital paulista. A ação conta com a supervisão, apoio e acompanhamento de um personal trainer e fisioterapeuta. O evento é aberto ao público em geral. Para participar, basta chegar ao local, no Portão 7 &#8211; acesso pela Av República do Libano &#8211;  do parque e se juntar aos participantes. A caminhada tem aproximadamente cinco quilômetros, seguida de alongamento.  O que é a dor   Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor se caracteriza como &#8220;experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tal dano. A dor sempre é subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências&#8221;.  A dor é um sintoma e uma das causas mais frequentes da procura por auxílio médico. Para conhecer o impacto da dor no estado do paciente, criaram-se formas de mensurá-la, com medidas das mais simples às mais complexas. As mais simples consistem em fazer a avaliação por meio de uma escala numérica de 0 a 10 o grau da dor .  SERVIÇO: Parque do Ibirapuera, sempre às 8h30 Local: Concentração no Portão 7 &#8211; Acesso pela av. República do Líbano Agenda de fevereiro:      Dia 16 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 23 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 25 &#8211; Sábado  Agenda de março:Dia 01 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 03 &#8211; Sábado Dia 08 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 10 &#8211; Sábado  Dia 15 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 17 &#8211; Sábado Dia 22 &#8211; Quinta &#8211; feira Dia 24 &#8211; Sábado Dia 29 &#8211; Sábado Dia 31 &#8211; Sábado</p>
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		<title>Caminhada &#8216;Pare a Dor&#8217; acontece quintas-feiras e sábados no Parque do Ibirapuera</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece todas as quintas-feiras e sábados, no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, a Caminhada Pare a Dor, ação da campanha &#8220;A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor&#8221;, promovida pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e coordenada pela Dra. Fabíola Peixoto Minson (diretora da SBED &#8211; Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor).</p>
<p>A Caminhada, que é aberta ao público em geral, começa às 8h30 da manhã e tem como objetivo principal conscientizar a população de que sentir dor não é normal. Para participar, basta chegar ao local, no Portão 7, na Avenida República do Líbano, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes. A caminhada tem aproximadamente cinco quilômetros, seguida de alongamento e é acompanhada por um personal trainer e uma fisioterapeuta.  www.pareador.com.br          </p>
<p>Parque do Ibirapuera, sempre às 8h30<br />
Local: Concentração no Portão 7<br />
Acesso pela av. República do Líbano</p>
<p>Agenda de fevereiro:<br />
Dia 02 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 04 &#8211; Sábado<br />
Dia 09 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 11 &#8211; Sábado<br />
Dia 16 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 23 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
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		<title>Caminhada &#8216;Pare a Dor&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ação, que acontece no Parque Ibirapuera, possibilita a troca de experiências e formas de tratamento da dor crônica Caminhada Pare a Dor, ação da campanha “A...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ação, que acontece no Parque Ibirapuera, possibilita a troca de experiências e formas de tratamento da dor crônica</p>
<p><strong>Caminhada Pare a Dor</strong>, ação da campanha “A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor”, promovida pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), estende a agenda da caminhada até dezembro. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Para participar, basta chegar ao local, no Portão 7, na Avenida república do Líbano, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes. A caminhada tem aproximadamente cinco quilômetros, seguida de alongamento e é acompanhada por um<em>personal trainer</em> e uma fisioterapeuta.</p>
<p>A <strong>Caminhada Pare a Dor </strong>é<strong> </strong>coordenada pela Dra Fabíola Peixoto Minson, (diretora da SBED e membro do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos do HIAE, do Hospital Israelita Albert Einstein/SP), e conta com auxilio de equipe multidisciplinar.<span id="more-10"></span></p>
<p>Segundo a Dra Fabiola Minson, “eventos para o público em geral tendem a aproximar as pessoas de profissionais da área de Tratamento da Dor. Os principais objetivos destas iniciativas são desmitificar conceitos errôneos de que a automedicação não é prejudicial e ao mesmo tempo favorecer a prescrição correta e individualizada dos analgésicos”, conclui.</p>
<p><strong>Parque do Ibirapuera, sempre às 8h30<br />
</strong><strong>Local: Concentração no Portão 7 &#8211; Acesso pela av. República do Líbano</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Agenda de Dezembro:     </strong></p>
<p>Dia<strong> </strong>01 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 03 &#8211; Sábado<br />
Dia 08 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 15 &#8211; Quinta &#8211; feira<br />
Dia 17 – Sábado<br />
Dia 22 &#8211; Quinta &#8211; feira</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cirandanobairro.com.br/?area=atualidades&amp;secao=postagem&amp;id=1897" target="_blank">Ciranda no Bairro</a></p>
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